Empresas · RH e lideranças

Palestra de saúde mental para empresas

A maior parte das palestras corporativas sobre saúde mental termina ensinando o funcionário a aguentar melhor. Não é o que eu faço.

  • CRP 06/167219
  • Mestra em Saúde Mental — UNIP
  • Presencial ou online
Laiane Andreoleti, psicóloga clínica e supervisora, sentada diante de uma estante de livros em seu consultório.
Laiane Andreoleti · CRP 06/167219

Em resumo

Ministro palestras e formações de saúde mental para empresas — equipes, lideranças e áreas de gente —, presencialmente em Ribeirão Preto e região ou online para times distribuídos.

Os temas mais procurados são luto e perdas no ambiente de trabalho, sobrecarga e adoecimento, e os limites do papel da liderança diante do sofrimento de alguém da equipe. Tema, duração e formato são definidos com quem contrata.

Como eu abordo o tema

Vale ser direta sobre a diferença, porque ela é o motivo de a maioria das empresas me procurar. Boa parte do que se vende como saúde mental corporativa é, no fundo, treinamento de tolerância: técnicas para o funcionário administrar melhor uma pressão que ninguém pretende reduzir.

Meu trabalho parte de outro lugar. Sofrimento no trabalho não é falha individual de resiliência — é, quase sempre, um fenômeno com componente organizacional. Isso não significa transformar a palestra em denúncia: significa não devolver ao indivíduo a responsabilidade inteira por algo que ele não produziu sozinho.

Temas mais procurados

  • Luto no ambiente de trabalho — o que a empresa faz quando morre alguém da equipe, ou alguém da família de um colaborador. É o tema em que tenho mais profundidade: veja palestras sobre luto.
  • Os limites do papel da liderança — como acolher sem virar terapeuta do time, e como encaminhar sem parecer que está se livrando do problema.
  • Sobrecarga e adoecimento — os sinais que aparecem antes do afastamento, e por que costumam ser ignorados.
  • Ansiedade no trabalho — o que é esperado, o que pede atenção. Veja ansiedade.
  • Quebrando o silêncio — por que ninguém fala que está mal em ambiente onde isso custa caro.

Para quem

  • Equipes — encontro aberto, para sensibilizar e abrir conversa.
  • Lideranças e gestores — grupo menor, foco no manejo prático de situações reais.
  • Áreas de RH e gente — quem recebe a demanda e precisa saber o que fazer com ela.
  • Equipes que lidam com morte no trabalho — saúde, assistência, socorro, serviços funerários.
  • Servidores públicos — público com o qual trabalhei no Programa Bem Viver, da Prefeitura de Ribeirão Preto.

O que a empresa pode esperar — e o que não pode

Pode esperar: uma conversa honesta, linguagem sem jargão clínico, orientação prática sobre o que dizer e o que fazer, e clareza sobre onde termina o papel da empresa e começa o do profissional de saúde.

Não pode esperar: promessa de redução de afastamento, de aumento de engajamento ou de qualquer indicador. Seria desonesto prometer, e a ética profissional veda garantir resultado. Uma palestra não trata ninguém, e não substitui política institucional de cuidado.

Setembro Amarelo e datas de campanha

Campanhas sazonais funcionam melhor quando não são o único momento do ano em que o assunto aparece. Se a sua empresa quer marcar a data, ótimo — mas vale conversar sobre o que fica depois dela. Costumo propor isso já na primeira conversa.

Laiane Andreoleti falando ao microfone em um palco, diante de uma projeção com o título "Demonstração no palco".
Palestra para público corporativoLinguagem sem jargão clínico, sem discurso de resiliência e com orientação prática sobre o que fazer.

Dúvidas frequentes

Vocês fazem palestra para o Setembro Amarelo?

Faço, e é uma das procuras mais frequentes do ano. Só costumo levantar um ponto na conversa inicial: uma ação isolada em setembro tem alcance limitado se o assunto desaparece nos outros onze meses. Vale pensar o que acontece depois da data — nem que seja um segundo encontro alguns meses adiante.

A palestra pode ser online para equipes em várias cidades?

Pode, e funciona bem para formatos expositivos. Para grupos menores com participação ativa — formação de lideranças, por exemplo — o presencial costuma render mais, porque as pessoas se expõem menos em videochamada com colegas.

Existe risco de constranger colaboradores que estão adoecidos?

Existe se a condução for descuidada, e é por isso que não trabalho com dinâmicas de exposição pessoal em ambiente corporativo. Ninguém é convidado a relatar a própria situação diante de colegas e chefia — o contexto de trabalho não oferece a segurança necessária para isso.

Vocês atendem depois que acontece algo grave na empresa?

Sim, e nesses casos o formato indicado geralmente não é palestra. Depois de uma morte ou de um evento crítico, rodas de conversa e grupos de acolhimento sustentam melhor do que uma apresentação. Me diga o contexto na primeira mensagem para eu propor o adequado.

Qual o valor?

Não há tabela fixa. Depende do formato, da duração, do número de encontros, do deslocamento e do trabalho de preparação para aquele público. Informo com clareza na proposta, depois da conversa inicial.

Conteúdo informativo escrito por Laiane Paula Andreoleti (CRP 06/167219). Não substitui avaliação individual, diagnóstico ou tratamento. Em situações de urgência, procure o CAPS da sua região, o SAMU (192) ou o CVV (188, 24 horas, ligação gratuita).

Saúde mental não se resolve com uma palestra. Mas costuma começar em uma conversa.

Me conte o contexto da sua equipe e o que motivou a busca agora.

Solicitar proposta

Em caso de emergência psiquiátrica, procure o CAPS mais próximo, o SAMU (192) ou o CVV (188, 24h, ligação gratuita).