Em resumo
Ministro aulas, palestras e formações para cursos de Psicologia — graduação, pós-graduação, ligas acadêmicas, semanas de curso e formação continuada de profissionais.
Os temas vêm da minha pesquisa e da minha prática: clínica do luto, psicanálise, envelhecimento e finitude, e literatura como dispositivo de cuidado. Sou mestra em Práticas Institucionais em Saúde Mental pela UNIP e pesquisadora do grupo sobre Morte e Envelhecimento da PUC-SP.
Temas
- Clínica do luto — o que a graduação raramente cobre: manejo, escuta, o que não fazer, e o luto do próprio terapeuta. Veja psicanálise e luto.
- Psicanálise na prática clínica — associação livre, transferência, enquadre, manejo. Veja como funciona a psicanálise.
- Envelhecimento e finitude — campo do grupo de pesquisa da PUC-SP de que participo.
- Literatura como dispositivo de cuidado — tema da minha dissertação de mestrado, aprovada em Comitê de Ética. Veja literatura e saúde mental.
- Grupos e psicoterapia de grupo — a partir da experiência de coordenação de grupos de acolhimento.
- Luto, feminino e psicanálise — tema dos dois capítulos que escrevi para o livro Do Luto ao Sentido (2024).
Para quem
- Cursos de graduação — aula em disciplina, semana acadêmica, evento de curso.
- Pós-graduação e cursos de formação — módulos sobre luto e clínica psicanalítica.
- Ligas acadêmicas e centros acadêmicos — encontros organizados pelos próprios estudantes.
- Formação continuada de profissionais — psicólogos já formados que querem aprofundar em luto.
- Equipes de serviços de psicologia — clínicas-escola, serviços públicos, instituições.
Por que este tema, especificamente
Quem trabalha em clínica descobre rápido que o luto chega em quase todo atendimento — nem sempre como queixa principal, quase sempre como pano de fundo. E descobre também que a formação de base costuma dar pouquíssimo repertório para isso: ensina-se a diferenciar luto de depressão em uma aula, e pronto.
O resultado prático é uma geração de profissionais que se sente insegura diante da morte na sala, e que às vezes recorre ao que aprendeu no senso comum — as cinco fases, a expectativa de superação, a pressa de tirar o paciente daquele lugar. Uma aula bem feita sobre isso muda a prática de forma bem concreta.
Formação continuada e supervisão
Para profissionais que querem ir além de um encontro pontual, o caminho é a supervisão clínica — individual ou em grupo, presencial ou online. Aula dá repertório; supervisão trabalha o caso real que está travando.
Para organização estudantil
Se você é de liga acadêmica ou centro acadêmico e está organizando um evento, me escreva contando o contexto e as condições — encontros organizados por estudantes têm uma realidade orçamentária própria, e isso é conversável.
Dúvidas frequentes
Você dá aula em disciplina regular ou só palestras pontuais?
Os dois formatos são possíveis: participação em disciplina como convidada, módulo em curso de formação, ou palestra em evento acadêmico. O que muda é a profundidade e a preparação — uma aula dentro de uma disciplina pede articulação com o programa, e isso é conversado com a coordenação.
É possível emitir certificado para os participantes?
Certificação é combinada caso a caso com a instituição organizadora, que normalmente é quem emite. Me diga na primeira conversa se isso é um requisito do seu evento.
Atende cursos fora de Ribeirão Preto?
Sim. Presencialmente conforme data e condições de deslocamento, e online para qualquer instituição do país — formato que funciona bem para aulas expositivas e módulos teóricos.
Qual a diferença entre contratar uma aula e fazer supervisão com você?
A aula transmite repertório teórico-clínico para um grupo; a supervisão trabalha os seus casos reais, individualmente ou em grupo pequeno, ao longo do tempo. São complementares: muita gente conhece o trabalho numa aula e depois busca supervisão para aplicar aquilo à própria clínica.
Conteúdo informativo escrito por Laiane Paula Andreoleti (CRP 06/167219). Não substitui avaliação individual, diagnóstico ou tratamento. Em situações de urgência, procure o CAPS da sua região, o SAMU (192) ou o CVV (188, 24 horas, ligação gratuita).