Escolas · Docentes, coordenação e famílias

Palestra de saúde mental para escolas

O professor é quase sempre o primeiro adulto a perceber que alguma coisa não vai bem com um adolescente. E é quase sempre o menos preparado para o que fazer em seguida.

  • CRP 06/167219
  • Atende adolescentes na clínica
  • Presencial ou online
Laiane Andreoleti sentada em uma poltrona no consultório, ao lado de uma estante com livros e certificados.
Laiane Andreoleti · CRP 06/167219

Em resumo

Conduzo palestras e formações sobre saúde mental e luto para a comunidade escolar: equipes docentes, coordenação e famílias. Presencial em Ribeirão Preto e região ou online.

Os temas mais procurados são como perceber e acolher o sofrimento de adolescentes, os limites do papel do educador, e o que fazer quando morre alguém da escola — aluno, professor ou familiar próximo.

Três públicos, três abordagens

Uma escola não é um público só, e tratar como se fosse é o erro mais comum nesse tipo de contratação.

  • Docentes e coordenação — foco prático: o que observar, como abordar um aluno, o que dizer aos pais, quando e como encaminhar. É a formação que mais rende.
  • Famílias — o que é esperado da adolescência e o que pede atenção, como conversar em casa, e por que "isso é fase" às vezes atrasa um cuidado necessário.
  • Estudantes — formato conversado com a escola conforme a faixa etária. Aqui o cuidado é maior: adolescentes se expõem diante de pares, e o manejo precisa impedir que o encontro vire constrangimento ou disputa.

Temas

  • Sofrimento na adolescência — o que é esperado dessa fase e o que merece atenção. Veja psicoterapia para adolescentes.
  • Ansiedade e pressão por desempenho — vestibular, notas, futuro decidido cedo demais.
  • Luto na escola — morte de aluno, de professor, ou de familiar de um estudante. Veja palestras sobre luto.
  • Os limites do papel do educador — acolher não é diagnosticar, e escutar não é tratar. Onde termina uma coisa e começa a outra.
  • Saúde mental de quem ensina — o adoecimento docente é um tema que quase nunca entra na pauta das próprias escolas.

Quando morre alguém da comunidade escolar

É a situação mais delicada e uma das que mais motivam a procura. Uma escola diante de uma morte precisa responder simultaneamente a estudantes, famílias e docentes — cada um com uma necessidade diferente e um tempo diferente.

Nesses casos, converso antes com a coordenação para desenhar o que fazer com cada grupo, e frequentemente o formato indicado não é palestra: é roda de conversa e acolhimento em grupos menores. Veja oficinas e rodas de conversa.

Sobre falar de morte e suicídio com adolescentes

É um tema que exige manejo cuidadoso e que não se conduz por improviso. Quando entra na demanda da escola, converso previamente com a coordenação sobre abordagem, formato e retaguarda — inclusive sobre a rede de apoio disponível para quem for mobilizado. Em situações de risco imediato: CVV 188, CAPS ou SAMU 192.

Formatos

  • Formação de equipe — em dias de planejamento ou reunião pedagógica.
  • Palestra para famílias — em reunião de pais ou evento aberto da escola.
  • Roda de conversa — com grupos menores, quando há algo em comum a elaborar.
  • Encontros continuados — quando a escola quer construir algo mais duradouro que uma ação isolada.
Laiane Andreoleti falando ao microfone em um palco, diante de uma projeção com o título "Demonstração no palco".
Encontro com equipe e comunidade escolarFormação de docentes e palestras para famílias, com abordagem própria para cada público.

Dúvidas frequentes

Vocês atendem escolas públicas e particulares?

Sim, as duas. Já trabalhei com público institucional e comunitário no Programa Bem Viver, da Prefeitura de Ribeirão Preto, com formatos de palestra, oficina e roda de conversa. As condições são conversadas conforme o contexto e o porte da instituição.

A palestra é para os alunos ou para os professores?

Pode ser para qualquer um dos dois, mas não com o mesmo conteúdo — e essa é uma distinção importante. Quando a escola tem recursos para apenas um encontro, costumo sugerir começar pela equipe docente: são eles que estão com os estudantes todos os dias, e a formação deles tem efeito continuado.

Você atende alunos individualmente depois?

Atendo adolescentes na clínica, mas mantenho separado o papel de palestrante e o de terapeuta na mesma instituição — é um cuidado ético para não confundir os lugares. Quando um estudante precisa de acompanhamento, oriento a escola e a família sobre o encaminhamento, incluindo a rede pública.

Dá para fazer online?

Para formação de docentes e palestra para famílias, funciona bem. Para trabalho com estudantes ou rodas depois de uma perda, o presencial sustenta melhor — adolescentes participam pouco em videochamada com a turma inteira.

Conteúdo informativo escrito por Laiane Paula Andreoleti (CRP 06/167219). Não substitui avaliação individual, diagnóstico ou tratamento. Em situações de urgência, procure o CAPS da sua região, o SAMU (192) ou o CVV (188, 24 horas, ligação gratuita).

Professor não é terapeuta. Mas costuma ser quem percebe primeiro.

Me conte o contexto da sua escola e eu proponho o formato para cada público.

Falar sobre uma palestra

Em caso de emergência psiquiátrica, procure o CAPS mais próximo, o SAMU (192) ou o CVV (188, 24h, ligação gratuita).